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Quem não chora não mama

por Enxofrínia da Purificação, em 21.07.15

Não há nada como apontar os erros dos outros e fazer birrinhas para ser logo destacada e entrevistada.

Valores todos eles muito cristãos.

Lá dizia a nossa rica avó: "Quem não chora não mama".

Amam-se umas coisas, maldiz-se outras e consegue-se o que se quer.

Ora toma lá!

Vou perguntar à mana se não é de fazer o mesmo por aqui...

 

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publicado às 16:59

Dona Hidrogénia já entende

por Hidrogénia, em 14.07.15

Dona Hidrogénia conversou com uma amiga que lhe garantiu ter aprendido muito com os filhos.

Dona Hidrogénia acenou que sim mas confessa que não tem a capacidade intelectual de perceber como pode um ser humano de cinco ou seis anos ensinar alguma coisa a outro ser humano com experiencia de vida, formação e conhecimento de trinta ou quarenta anos.
Quando Dona Hidrogénia leu o blogue da amiga constatou o motivo. 

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publicado às 15:40

Eu sou moderna e também tiro "Sélfis"

por Enxofrínia da Purificação, em 14.07.15

Andava eu aqui por esta intermet, ou internet, ou como é que isto se chama, e chamou-me à atenção que as moças, hoje em dia, tiram retratos de todas as maneiras e feitos e de qualquer maneira.

No meu tempo, para se ir ao fotógrafo, ía-se à cabeleireira, arranjar o cabelo e pôr um "plix", vestia-se um vestido domingueiro, punha-se um baton, pó de arroz e rouge, e lá íamos todas engalanadas tirar o retrato.

Dizem-me que chamam a esses retratos, as "sélfis", que não sei porquê, me alembra uma doença venérea que dava nos homens que iam às mulheres da vida.

Ora as moças agora tiram estes retratos de qualquer maneira, mesmo sendo feias e gordas, e vestindo-se mal, chamam-lhe, ai, espera só um bocadinho, que tenho que fazer copiar e colar, ahhhh, já está!

 

Chamam-lhe "O Look do Dia"!

A nossa sobrinha diz que quem não tira "sélfis" não é moderno, e como eu sou moderna, deixo aqui o meu retrato, tirado ainda agora com a máquina de tirar retratos do telemóvel:

 

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publicado às 11:00

Alheiras

por Hidrogénia, em 10.07.15

Dona Hidrogénia leu por ai alguém dizer que o mundo divide-se entre as que cospem e as que engolem,
Dona Hidrogénia acardita que a senhora que o escreveu nunca comeu uma alheira de Mirandela: não seria capaz de a comer sem mastigar primeiro e não estaria em condições de a cuspir.
Dona Hidrogénia acardita que se a senhora comesse mais alheiras, não teria necessidade de falar como os donos das alheiras. 

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publicado às 14:00

Disso dos ménages

por Enxofrínia da Purificação, em 10.07.15

Hoje ouvi por aí uma coisa, e ai! Levei as mãos ao Céu!

Descobri que eu e o meu Efigénio, que Deus o tenha, praticámos essa coisa do ménage à trois.

Um dia, estava eu e o meu Efigénio, a fazer aquelas coisas vergonhosas, mas eu toda vestida, que sempre fui temente a Deus, eis senão quando, nos saltou para a cama o Bóbi, que Deus o tenha também.

O Bóbi salta prás costas do meu Efigénio e começa a lamber a cara, ora a um ora a outro.
Confesso que aquilo me deu uns certos calores e ao meu Efigénio também.

Mas só não percebi, segundo ouvi, para que é que nós queríamos um rapaz ou uma moça para nos vir lamber a cara, se tínhamos o Bóbi ali à mão?

E vós moças? Gostais dos ménages?

 

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publicado às 11:00

cocó

por Hidrogénia, em 09.07.15

Dona Hidrogénia acha que as pessoas deviam substituir a palavra cocó por um sinónimo: merda, bosta, trampa ou esterco.

Dona Hidrogénia acha que munidos desses sinónimos as pessoas tinham mais capacidade para dar títulos bonitos aos blogs. 

Esterco na fralda é muito mais digno. 

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publicado às 14:00

Maus Fígados – Teilór Suífete

por Enxofrínia da Purificação, em 09.07.15

Faz-me um bocadinho de espécie não entender nada destas músicas modernas.

No outro dia, eu a mana, tivemos a ideia de ir pedir a uma sobrinha nossa, que é uma moça com estudos, para nos traduzir a letra de uma música que dá na radiotelefonia, que gostamos muito, mas não entendíamos nada do que a rapariga dizia.

 

A mana até ficou emocionada, porque ficámos a perceber que o homem dela lhe arriava que nem gente grande.

 

Deixamos aqui a letra da música daquela moça americana, a Teilór Suífete, para quem, como nós, não aprendeu a falar estrangeiro.

 

Maus Fígados – Teilór Suífete

 

Refrão

 

Porque, bebé, agora temos maus fígados

Mas tu sabes que isto costumava ser um amor louco

Olha para o que fizeste

Porque, bebé, agora temos maus fígados

 

Ei!

 

Agora temos problemas

E não acho que os vamos resolver

Fizeste-me um lanho muito fundo

E agora, bebé, temos maus fígados

 

Ei!

 

Tinhas que fazer isto? E eu pensava que eras um moço de confiança

Tinhas que estragar o que era brilhante? Agora está tudo enferrujado.

Tinhas que me bater onde sou mais fraca? Bebé, até perdi a respiração

Esfregaste-me sal na ferida, enquanto te rias de mim

 

É tão triste pensar nos tempos felizes, tu e eu

 

(Repete Refrão)

 

Estavas à espera que ficássemos bem? Ainda tenho as cicatrizes nas costas da tua faca.

Não penses que isto ficou no passado, estas feridas duram e duram (como as duracel)

Achas que está tudo acabado? Vais pagar caro por isto tudo

O tempo pode curar, mas isto não se cura, não venhas prós meus lados que não tens sorte nenhuma!

 

É tão triste pensar nos tempos felizes, tu e eu

 

(Repete Refrão)

 

Pensos rápidos não curam buracos de bala

Pedes desculpa, mas é só fita

Se viveres assim, vives com fantasmas (fantasmas)

Pensos rápidos não curam buracos de bala (ei!)

Pedes desculpa, mas é só fita (ei!)

Se viveres assim, vives com fantasmas (ei!)

Se amares assim o sangue gela-se-me nas veias

 

(Repete Refrão)

 

(Repete Refrão)

 

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publicado às 11:00

Cambalhotas

por Hidrogénia, em 08.07.15

Dona Hidrogénia quer dizer que mesmo sendo velha e viúva dá as suas cambalhotas. Dona Hidrogénia aprendeu o que havia para aprender na prática dos anos e tinha muito que ensinar mas não faz tal coisa porque Dona Hidrogénia é velha e antiga, do tempo em que o sexo e as cambalhotas eram coisas de cada um, mesmo que partilhados por três.

Ao passear pelas ruas dos blogues, Dona Hidrogénia benze-se muitas vezes e diz abrenúncio ao mundo que mostra do mais porco e brejeiro sem um sinal de pornografia, sem um aviso para que o incauto trabalhador que passeia pelos blogs em horário laboral, saiba que a qualquer momento pode aparecer no seu ecrã mamas e outras coisas, em ação laboral também.

Dona Hidrogénia questiona-se do seguinte: porque alguém há-de publicar imagens de um tão calibre ordinarão quando podia gastar esse tempo a pratica-las?

Dona Hidrogénia acaba de perceber o motivo com a sua pergunta.

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publicado às 14:00

A moçoila Portuguesa

por Enxofrínia da Purificação, em 08.07.15

Hoje, dei um passeio pela fresquinha, aqui pela aldeia.
Parei à porta de um boteco, meti o ouvido à porta, e pasmei com as conversas.
Depois de me benzer três vezes com aquilo que ouvi do dono do tal boteco, pus-me a pensar e, fez-me lembrar aquele rapaz algarvio, aquele, da bigodaça, o Zézé.

Ora bem, este Zézé, diz que conhece, e vai descrever a mulher portuguesa, inaugurando a coisa pelas moças insulares.
O rapaz falou muito, mas não se ouviu nada de jeito.
Seguidamente deu-se início ao debate, que teve como intervenientes umas moças que se apelidam de seguidoras do Zézé, as Zézinhas, e chegamos a uma triste conclusão:

A rúbrica em questão vai ser muito breve, pois quer-me parecer que o senhor não teve um mestre-escola decente, de acordo com o Zézé, Portugal tem, no máximo, umas 4 províncias, dado que, logo na inauguração, a Estremadura, ao que parece, não é em Portugal!

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publicado às 11:00

Dona Hidrogénia gosta de conversar e não tem ninguém que a ouça. Dona Hidrogénia quer dizer que tudo é fofis no mundo e que devíamos criar uma bandeira aos fofis como se criou a bandeira gay. Unhas às riscas? Fofis. Vestidos de casamentos com laços? Fofis. Fãs no facebook? Fofis. Cães peludos? Fofis. Grávidas com barrigas pintadas? Fofis. Dona Hodrogénia também acha que fofis está para a blogosfera como as gordices estão para o instragram e as cartas de suicídio para o tumbrl. Dona Hidrogénia pondera por isso apresentar-se, neste novo mundo em que entra sem saber bem como com uma palavra: fofis.

Dona Hidrogénia é fofis.

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publicado às 18:32






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